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Sou estudante do 8° semestre do curso de Administração na Pontifícia Universidade Católica de Campinas (PUC-Campinas). Atualmente moro em Serra Negra - SP, cidade do interior do Estado de São Paulo. Me siga nas redes socias: Twitter: https://twitter.com/vinicius_sn | Facebook: https://www.facebook.com/vinicius.sousa.3192 | Snapchat: viniciuslapa | Instagram: https://www.instagram.com/viniciussol/

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sábado, 12 de dezembro de 2009

O BOLETIM ECONEWS 1ª EDIÇÃO - SERRA NEGRA E REGIÃO DESTE SÁBADO, 12 DE DEZEMBRO DE 2009 TRÁZ OS SEGUINTES DESTAQUES
  • Dois buracos atrapalharam o trânsito na área central
  • Chuva causou interdição da rodovia que liga Amparo a Itapira
  • Código Florestal converte multa em compensação ambiental
  • Países ricos criticam texto de acordo sobre clima, mas não interrompem negociações
Dois buracos atrapalharam o trânsito na área central
As contínuas chuvas do início de dezembro podem não ter, pelo menos por enquanto, causado problemas que necessitaram de intervenção dos técnicos da Defesa Civil local, porém duas vias permaneciam interditadas e parcialmente interditadas até o final da tarde de sexta-feira por causa do mau tempo. Na Praça XV de Novembro, na continuação da Rua Capitão Francisco Pinto da Cunha, ao lado do Mercado Cultural, a chuva abriu um buraco com pouco mais de um metro de diâmetro e cerca de 2 metros de profundidade. Segundo a Secretaria de Serviços Municipais, a parede de uma galeria bastante antiga ruiu. Sob a rua passa um córrego que inicia na Rua 24 de março. A Prefeitura tinha expectativa de concluir a recuperação da galeria e tapar o buraco até o final da tarde desta sexta-feira, 11 de dezembro. Na Rua José Rizzieri, que passa ao lado do Estádio Municipal, rompeu uma galeria sob as colunas que sustentam a arquibancada a aproximadamente seis metros de profundidade. Segundo a reportagem apurou, o problema teria iniciado em 29 de novembro. O secretário de Serviços Municipais, Ediberto Tosta, disse que a primeiro providência foi proteger as colunas das arquibancadas. Diferentemente do que ocorreu na Praça XV de novembro, seria necessário que os operários da prefeitura escavassem porque as máquinas da municipalidade não alcançariam os seis metros de profundidade. Essa trabalhado deverá ser mais demorado.
Chuva causou interdição da rodovia que liga Amparo a Itapira
Em 8 de dezembro o Departamento de Estradas de Rodagem - DER interditou um trecho do Km 139 da Rodovia Vereador Antônio Cazalini a SP-352 que liga Amparo a Itapira até a divisa com o estado de Minas Gerais. Segundo o órgão estadual a chuva forte causou erosão na pista e, no dia 7 de novembro, um grande buraco surgiu no leito da estrada A assessoria do deputado estadual Edmir Chedid informou que o parlamentar requereu pressa na recuperação da via e o DER contratou uma empresa para realizar obras emergenciais de recuperação asfáltica. Na quinta feira uma das pistas foi liberada para o tráfego, e exige maior atenção dos motoristas ao chegar naquele local. De acordo com o diretor da Divisão Regional I do DER Campinas, engenheiro Cleiton Luiz de Souza, as fortes chuvas que atingiram a região no sábado, 05, e na terça-feira, 08, provocaram o movimento da linha de tubos da SP-352 e a abertura de um buraco entre as pistas. “Esta linha de tubo da Rod. Vereador Antonio Cazalini tem mais de 40 anos e, por esse motivo, não conseguiu suportar o volume de águas que se acumulou durante as chuvas. Nem mesmo o trabalho preventivo realizado pelo DER foi suficiente para evitar o deslizamento e a cratera”, comentou o diretor do DER Campinas. Para realizar as obras de recolocação da linha de tubos e de recuperação asfáltica, a Construções LTD teve orçamento aprovado de R$ 480 mil. O Contrato de Obra Emergencial firmado com o DER estipula um período de 90 dias para a conclusão dos serviços. No entanto, o engenheiro Cleiton Luiz de Souza acredita que as atividades previstas na SP-352 sejam concluídas até o fim da próxima semana. “Os responsáveis pela empresa afirmaram que as obras poderão estar concluídas até o dia 18”, disse. No ofício de solicitação referente à firmação do Contrato de Obra Emergencial encaminhado à Secretaria de Estado dos Transportes, o deputado estadual Edmir Chedid defendeu a importância da rodovia para o desenvolvimento de Amparo e Itapira.
Código Florestal converte multa em compensação ambiental
O produtor rural multado por desobedecer o Código Florestal poderá ficar isento de multa, caso regularize sua situação nos órgãos ambientais no prazo de 180 dias, a contar da data da notificação. O ministro da Agricultura, Reinhold Stephanes, disse hoje (11) que, para isso, o proprietário terá que, dentro do prazo estipulado, procurar um cartório e registrar termo de compromisso em recuperar a área. Essa regra está prevista no Decreto Presidencial 6.514, publicado hoje, no Diário Oficial da União, que também estabeleceu o adiamento do prazo para o registro e compromisso de recuperação da reserva legal de propriedades rurais. Segundo ele, a regra também valerá para aqueles que ainda não foram fiscalizados e que poderiam vir a ser multados. O ministro considerou que esse procedimento não é uma anistia para os que não cumpriram as regras, mas, sim, uma conversão da multa em serviços ambientais. “O governo não está dando anistia, ele está convertendo em serviços ambientais a multa que a pessoa recebeu, que ainda não teve seu processo esgotado e que não pagou, desde que ela se adapte à nova legislação e aos novos prazos. Esse produtor tem agora um ano e meio para se regularizar. Se ele não foi notificado ainda, após esse período, ele poderá ser notificado e terá um prazo de 180 dias para se adaptar à nova legislação”, explicou. Stephanes reconheceu que o prazo de 180 dias é apertado para que os proprietários rurais consigam realizar os procedimentos de adequação à nova legislação. “Eu acredito, pessoalmente, que haverá muita dificuldade. Mas, de qualquer forma, foi o prazo estabelecido. O próprio decreto prevê uma facilitação para isso, com uma ajuda, principalmente, para os pequenos produtores, mas, mesmo assim, é um trabalho extremamente difícil, bastante complexo e o volume é muito grande. São milhões de propriedades”, destacou o ministro ao se referir ao Programa Mais Ambiente, criado para apoiar a regularização ambiental de pequenos e médios produtores. O programa prevê assistência técnica, distribuição de mudas e sementes, capacitação e ações de educação ambiental. O Mais Ambiente também criou o Cadastro Ambiental Rural, um sistema eletrônico de identificação de propriedades por georreferenciamento. A adesão ao Mais Ambiente é gratuita e será facilitada para agricultores familiares e comunidades tradicionais. O prazo para a adaptação, por decisão do presidente Luiz Inácio Lula da Silva, não se aplica aos proprietários de terra localizados no bioma amazônico. Nesse caso, a adesão ao programa deve ser feita de imediato, sob risco de serem multados imediatamente.
Países ricos criticam texto de acordo sobre clima, mas não interrompem negociações
Na reunião geral das 192 nações que participam da Conferência das Nações Unidas sobre Mudanças Climáticas, hoje (12) em Copenhague, os principais emissores históricos de gases que provocam o efeitos estufa criticaram o rascunho, apresentado ontem (11), pelo grupo de trabalho que tenta buscar um acordo até o fim da próxima semana. As críticas foram formalizadas pela União Europeia, Japão e Canadá. A principal queixa é sobre o capítulo que trata da redução das emissões de gases que provocam o efeito estufa nas grandes nações em desenvolvimento, entre elas a China, a Índia e o Brasil. O países ricos buscam dos países em desenvolvimento uma meta para reduzir as emissões futuras de CO2, enquanto os países do G77 e a China aceitam assumir compromissos voluntários de diminuição, conforme está proposto no protocolo de Quioto. Segundo o rascunho, que está em negociação, os países em desenvolvimento “devem” adotar medidas de mitigação, mas “poderão” ser submetidos à meta de frear as emissões até 2020, num patamar ainda não definido, que varia entre 15% e 30%. Já as nações desenvolvidas têm como meta, reafirmada no documento, reduzir as emissões, comparando com o nível de 1990, entre 25% e 40%, dentro de 11 anos. Outro ponto que dificulta um acordo é o financiamento de longo prazo para combater o aquecimento global, que sequer foi mencionado no rascunho apresentado ontem. Um avanço, no entanto, foi a aprovação dos países produtores de petróleo, como a Arábia Saudita, que aplaudiram o esboço como “um bom documento para ser trabalhado”. A delegação do Brasil reafirmou o apoio ao rascunho, que teve como um dos principais redatores o embaixador Luis Alberto Figueiredo. No entanto, a diplomacia brasileira espera avanços na negociação para criar fórmulas de adaptação das economias pobres às novas tecnologias para desenvolver ações contra o aquecimento global. O presidente do grupo de trabalho, Michael Cutaia, também demonstrou otimismo, durante a plenária de hoje. “O trabalho vai considerar os elementos que foram postos ontem sobre à mesa. Sei que temos que avançar no tema da mitigação e do financiamento de longo prazo. Espero que até o fim do dia as consultas tenham uma figura melhor”, afirmou. A presidente da Conferência, Connie Hedegaard, pediu que as discussões sejam transparentes na reta final da negociação. “As sugestões são boas. É importante que o texto final tenha transparência. Existem ainda muitas sugestões e preocupações em aberto”, admitiu.
O BOLETIM ECONEWS 1ª EDIÇÃO - SERRA NEGRA E REGIÃO TERMINA POR AQUI, MAIS INFORMAÇÕES NA 2ª EDIÇÃO AS 23h00, AQUI MESMO, NO BLOG DO TV ECOLOGIA.
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