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Serra Negra, São Paulo, Brazil
Sou estudante do 8° semestre do curso de Administração na Pontifícia Universidade Católica de Campinas (PUC-Campinas). Atualmente moro em Serra Negra - SP, cidade do interior do Estado de São Paulo. Me siga nas redes socias: Twitter: https://twitter.com/vinicius_sn | Facebook: https://www.facebook.com/vinicius.sousa.3192 | Snapchat: viniciuslapa | Instagram: https://www.instagram.com/viniciussol/

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quarta-feira, 9 de dezembro de 2009

Boa Noite, o Boletim ECONEWS 2ª edição está começando e tráz os seguintes destaques:

  • Caçadores podem ter iniciado incêndio no Parque do Descobrimento, na Bahia
  • Brasil nega 'racha' entre países emergentes em Copenhague
  • Relógio vai medir quantidade de lixo recolhido no RJ
  • Chuva forte causa transtornos em BH e no RJ
  • Mudanças climáticas afetam o mapa do planeta
  • Deslizamento interdita estrada em SP
  • Cresce o número de mortos em SP pelas chuvas
  • Kassab e Serra se contradizem sobre enchentes em São Paulo
Caçadores podem ter iniciado incêndio no Parque do Descobrimento, na Bahia
SALVADOR - O incêndio no Parque Nacional do Descobrimento, localizado em Prado, no extremo sul da Bahia, pode ter sido provocado pela fogueira de caçadores. Segundo Maria Carolina Portes, chefe do Parque, foram encontrados na área atingida um maço de cigarros e dois cães, ainda vivos, porém desorientados com as chamas e a fumaça.
A caça não é permitida na área do parque, apesar de ser praticada por moradores vizinhos. Segundo Carolina, cerca de 200 hectares da mata atlântica já foram atingidos. Dois tratores estão isolando a área atingida pelo fogo, e aproximadamente 100 homens trabalham no combate ao incêndio. Na terça-feira, uma faixa de quatro quilômetros foi isolada. O tempo seco e os ventos dificultam o trabalho dos brigadistas de controle ao incêndio. O Parque Nacional do Descobrimento tem pouco mais de 21 mil hectares de remanescentes da Mata Atlântica e abriga diversas espécies ameaçadas de extinção. Em 2001, um incêndio consumiu 10% da área do parque.
Brasil nega 'racha' entre países emergentes em Copenhague
Negociador-chefe brasileiro admite 'diferenças', mas afirma que grupo continua unido
COPENHAGUE - O negociador-chefe do Brasil na reunião das Nações Unidas sobre mudanças climáticas, em Copenhague, embaixador Luiz Alberto Figueiredo Machado, afirmou nesta quarta-feira, 9, que "não vê racha" no chamado G77 - grupo que representa a maior parte dos países pobres e em desenvolvimento.
O G77 reúne países emergentes como Brasil, África do Sul e Índia, mas também alguns dos mais pobres do planeta, como Burundi, Bangladesh e Suazilândia. "É natural que haja às vezes algumas divergências, que são democraticamente discutidas, são postas na mesa e se tenta chegar a um consenso. O grupo é de fato bastante diverso e convivemos com isso", afirmou o diplomata.
No entanto, os acontecimentos desta quarta-feira surpreenderam. Tuvalu, que não participa do G77, conseguiu tecnicamente suspender a conferência sobre o clima por algumas horas, com o apoio de diversos países do grupo.
Aliança interna
Além disso, a BBC teve acesso a um documento distribuído em novembro pelos negociadores de Lesoto, outro país africano do G77, com propostas para outros países mais pobres do grupo. No livreto Climate Change Negotiations 2009: An LDC Perspective (Negociações sobre Mudanças Climáticas 2009: uma Perspectiva dos Países Menos Desenvolvidos), existe a proposta textual de que os países menos desenvolvidos (LDC, no jargão) "se aliem aos pequenos países-ilha em desenvolvimento (Sids) e possivelmente outros".
O objetivo da aliança interna no grupos dos 77 seria "convencer os grandes emissores entre os países em desenvolvimento a chegar a um denominador comum de negociação".
A proposta diz respeito especificamente às negociações em torno de ações obrigatórias de redução de emissões contidas nos planos nacionais sob supervisão dos países industrializados. A proposta evidentemente toca o Brasil, que está entre os maiores poluidores do grupo. O texto, no entanto, é informal, e não foi nem será apresentado durante as negociações em Copenhague.
'Conciliar é difícil'
Nas discussões sobre metas de emissão sob a convenção do clima da ONU, o Brasil coordena o grupo dos 77 e o negociador-chefe brasileiro admite encontrar dificuldades. "Conciliar é uma tarefa árdua e difícil", afirmou Figueiredo.
Nesta quarta-feira, Tuvalu exigiu a suspensão dos trabalhos da conferência, como forma de pressão para ter a sua proposta de acordo analisada.
O pequeno país-ilha quer um acordo legal que seja mais restritivo do que o Protocolo de Kyoto, mas enfrenta resistências até internamente no G77.
A proposta, que visa a limitar o aumento da temperatura a 1,5ºC, e estabilizar as concentrações de gases que provocam o efeito estufa em 350 partes por milhão (ppm), agrada a vários países do grupo.
No entanto, a concentração de 450 ppm é melhor aceita por países industrializados e alguns em desenvolvimento.
Para países emergentes, como Brasil, China, Índia e África do Sul, o limite de 350 ppm não é bem aceito, porque pode se tornar uma barreira para o crescimento econômico. Atualmente, a concentração de gases do efeito estufa na atmosfera gira em torno de 387 ppm.
Relógio vai medir quantidade de lixo recolhido no RJ
No Rio, depois do trabalho diário dos garis, são recolhidas 3.254 toneladas de lixo. A ideia é tentar constranger a população e reduzir o trabalho dos garis em 8%.
Sempre que chove forte, um hábito ruim de milhões de brasileiros se torna visível nas maiores cidades do país. A gente vê na reportagem de Flávio Fachel.
Bastaram oito meses como gari para Alana de Oliveira passar a ver a multidão de um jeito diferente. “Péssima! Lixo no chão, a gente varre, as pessoas jogam, não tem respeito”, contou. No Centro do Rio, é um trabalho sem fim: limpa canteiro, desentope bueiro, enche o carrinho. “O lixo volta em questão de minutos, dois minutos, três minutos. Acabou de varrer, chegou uns dez metros ,pode olhar para trás que estão jogando bolinha de papel no chão, guimba de cigarro. Aqui nós praticamente estamos enxugando gelo”, disse o gari Josias Alves.
A prefeitura acha que é sujeira demais e, por isso, decidiu instalar um relógio em Copacabana que mostra a quantidade total de lixo recolhida das ruas durante uma semana. A ideia é tentar constranger a população e reduzir o trabalho dos garis em 8%.
O dinheiro que for economizado na limpeza pública vai ser investido nos bairros onde houver menos sujeira.
“O sistema público de limpeza está dando realmente um puxão de orelha, para que as pessoas evitem jogar lixo nas ruas. Manter a cidade limpa”, disse o cantor Marcelo Horta.
Na cidade de São Paulo, os garis recolhem das ruas 3 mil toneladas de lixo todos os dias. Em Belo Horizonte, são 550 toneladas. No Rio, depois do trabalho diário dos garis, são 3.254 toneladas de lixo.
Só a Rio Branco, uma das avenidas cariocas mais sujas, é varrida seis vezes em um dia. Ao fim do expediente, os garis juntam meia tonelada de lixo.
E pode ser pior! Junte o lixo na rua com a chuva forte e o resultado é um dos maiores pesadelos das grandes cidades. Como viram os paulistanos, com as tempestades desta semana.
O engenheiro especialista em limpeza de rios, Paulo Canedo, diz que as autoridades são obrigadas a oferecer sistemas de limpeza que funcionem. Mas que sem a ajuda da população, é difícil manter tudo limpo.
“É fundamental que a população perceba que aquele pequeno papel, resíduo que ele joga na rua, serão todos eles conduzidos para uma pequena área do bueiro e entope o bueiro”, explicou.
Chuva forte causa transtornos em BH e no RJ
Em Belo Horizonte, a ventania de 63 Km/h arrancou árvores, que atingiram a rede elétrica e fecharam ruas e avenidas. O resultado foram os congestionamentos.
Choveu forte em Belo Horizonte e no Rio de Janeiro, nesta quarta-feira.
A Zona Oeste do Rio foi a mais atingida pelo temporal, com alagamentos em muitos pontos de ruas e avenidas. Perto da Vila Pan-Americana, o trânsito parou. Em alguns lugares, só passavam tratores e caminhões e a chuva também inundou ruas do Centro e da Zona Sul da cidade. Em Belo Horizonte, a ventania de 63 Km/h arrancou árvores, que atingiram a rede elétrica e fecharam ruas e avenidas. O resultado foram os congestionamentos.
No prédio do Detran, um pinheiro derrubou o muro, que atingiu três carros. Várias cidades da região metropolitana ficaram sem luz.
Mudanças climáticas afetam o mapa do planeta
Cientistas japoneses usam um supercomputador para calcular os efeitos do aquecimento global. Eles simulam o que muda no planeta com o possível aumento de 3ºC na temperatura até o fim do século.
Na reportagem especial desta quarta-feira sobre as mudanças climáticas, o correspondente Roberto Kovalick mostra a ilha que pode sumir do mapa e os efeitos do aquecimento global na vida marinha.
O topo de uma palmeira é a lembrança de que ali havia terra firme. A ilha de Ghoramara, na Índia, já perdeu metade do território e pode, em breve, sumir da face da terra. Sete mil habitantes foram embora e outros estão preparando a partida.
No Japão, a ameaça também vem do mar: há sete anos, águas vivas gigantes, de até 2 metros de comprimento, infestam algumas regiões litorâneas, prejudicam a pesca e provocam queimaduras nos pescadores. Elas existiam somente na China, mas migraram para o local e se proliferaram. Um professor da universidade de Hiroshima diz que há várias causas. Entre elas, a elevação da temperatura da água causada pelo aquecimento global.
Na China, os sinais estão no alto das montanhas. As geleiras do Tibete diminuem 20 metros a cada ano desde 1990.
O Japão tem alguns dos centros de previsão e pesquisas climáticas mais avançados do mundo e está usando a tecnologia para descobrir o que vai acontecer com o planeta nos próximos anos. Um globo no museu de ciências de Tóquio mostra o aquecimento da terra até o ano 2100. É uma visão do futuro, um futuro nada animador.
Os cientistas japoneses estão usando um supercomputador, que ocupa um andar inteiro de um prédio, para calcular os efeitos do aquecimento global.
Com isso, eles simulam o que vai mudar em cada ponto do planeta com o possível aumento de 3ºC na temperatura até o fim do século.
Uma das conclusões: o número de tufões na Ásia e de furacões na América do Norte vai cair de 80 por ano, em média, para 66. Em compensação, a força do vento no epicentro vai aumentar em até 20% e as chuvas em até 60%.
Akio Kitoh, diretor do departamento de pesquisas sobre o clima do Instituto de Pesquisas Meteorológicas, diz que eles também vão mudar de rota. Esse é o próximo passo da pesquisa: descobrir onde os tufões e furacões, mais violentos que os de hoje, vão passar.
Os cientistas japoneses também fizeram previsões para o Brasil. No Nordeste, os dias consecutivos de seca que, segundo ele, hoje são 100 por ano, em média, podem chegar a 130 em algumas áreas. No Centro-Sul do país, as chuvas que castigam a região no verão vão aumentar de intensidade.
O professor diz que parte do aquecimento é inevitável, é um ciclo do planeta, que foi acelerado pela ação do homem. E que, por isso os países têm que se preparar. “Mas, se queremos diminuir esses efeitos, temos que fazer a nossa parte”, conclui ele.
Deslizamento interdita estrada em SP
A lama cobriu um trecho de 150 metros da rodovia Mogi-Bertioga.
Um deslizamento de terra interditou a estrada Mogi-Bertioga, que liga o litoral norte paulista à região de Mogi das Cruzes.
A lama cobriu um trecho de 150 metros da rodovia. Uma pedra de 40 toneladas também rolou ribanceira abaixo, e terá que ser dinamitada. O trabalho de remoção da lama foi suspenso no fim da tarde.
Cresce o número de mortos em SP pelas chuvas
Na cidade de São Paulo, 180 mil pessoas vivem em áreas de risco. E a empresa de águas e energia confirma que uma das bombas que ajudam a escoar a água do Rio Tietê está quebrada.
Na Grande São Paulo, foram encontrados mais dois corpos de vítimas da enxurrada de ontem. O número de mortos por causa da chuva subiu para oito.
Quarta-feira triste, dia de se despedir dos quatro irmãos mortos num soterramento em Santana de Parnaíba, na Grande São Paulo.
Na Zona Leste de São Paulo, novos desabamentos, felizmente sem vítimas. Mas em Cajamar e Itapevi, na região metropolitana, duas pessoas morreram afogadas levadas pela enxurrada. Na cidade de São Paulo, 180 mil pessoas vivem em áreas de risco.
Na Zona Leste, no Itaim Paulista, a chuva já parou há mais de 24 horas. Mas em uma avenida, até caminhões têm dificuldade para passar.
Em uma casa, é possível ver a força da enxurrada. Uma família construiu na beira do Rio Tietê. Dentro da casa, ao lado da cozinha há uma sala, onde todos os móveis foram colocados para cima, pra tentar salvá-los.
Carros submersos, circular em algumas regiões só é possível com água na cintura ou de barco. E não são só as ocupações irregulares que sofrem. Um conjunto habitacional também ficou ilhado. Há 25 anos no bairro, seu Gabriel nunca viu uma enchente como essa. “Da segunda, vez baixou rapidinho. Agora está demorando”.
A empresa de águas e energia confirma que uma das bombas que ajudam a escoar a água do Rio Tietê está quebrada. O conserto deve demorar 10 dias.
Enquanto isso, quem mora tão perto do Tietê torce para que não venha mais tanta chuva e que, assim como o rio, a vida possa retomar seu curso normal.
Kassab e Serra se contradizem sobre enchentes em São Paulo
Prefeito nega falhas nas bombas de água das Marginais, apontado por governador como causa de alagamentos
SÃO PAULO - O prefeito de São Paulo, Gilberto Kassab (DEM), e o governador do Estado, José Serra (PSDB), entraram em contradição nesta quarta-feira, 9, ao explicarem os motivos do alagamento das marginais do Tietê e do Pinheiros durante as fortes chuvas de ontem. Em evento de inauguração do Ambulatório Médico de Especialidades (AME), em Heliópolis, o prefeito Kassab afirmou categoricamente não ter havido falhas no sistema de bombeamento de água das Marginais, o que foi confirmado por Serra.
Segundo Kassab, a informação de que teriam ocorrido problemas partiram de pessoas que querem opor o governo estadual ao municipal. "Não houve falha de bomba. As pessoas querem fazer intriga, mas Estado e município trabalham em conjunto", disse. Mais tarde, após a inauguração do empreendimento, o governador Serra confirmou ter havido problemas no sistema de bombeamento da Usina de Traição, no Rio Pinheiros. "Realmente o equipamento não funcionou na hora em que foi acionado. Mesmo que tivesse funcionado, sem dúvida haveria enchentes por causa do grande volume de chuvas", explicou. O problema de drenagem das águas da chuva também foi confirmado pela secretária estadual de Saneamento e Energia de São Paulo, Dilma Pena. Ela explicou que na Usina de Traição ocorreu um defeito em uma peça chamada pistão, que aciona o combustível para o funcionamento da bomba. Isso fez com que o sistema hidráulico que move o equipamento não funcionasse. "O problema está sendo reparado e, na próxima semana, a bomba estará em operação", assegurou. De acordo com a secretária, se a bomba tivesse funcionando, ainda assim haveria transbordamento do rio na região da Cidade Universitária. Quanto à Ponte das Bandeiras, na Marginal do Tietê, Dilma explicou que o muro de arrimo que protege a pista da Marginal contra a passagem de água, cedeu, mas esse problema já foi resolvido. A secretária negou que o cronograma de construção de piscinões - sistemas que retêm a água da chuva - esteja atrasado. Dos 134 previstos no projeto inicial, apenas 45 foram concluídos. "Não é fácil encontrar áreas disponíveis para instalar os piscinões dentro da região metropolitana, mas a implantação deles está dentro do curso normal", minimizou. SEM CAOS Apesar de criticado, o prefeito Kassab voltou a afirmar que não houve caos após as chuvas de ontem e que cidade vive "um bom momento" em seu sistema de planejamento de drenagem. "O que tivemos foi uma chuva intensa, localizada, e o transbordamento do Rio Tietê. Não foi o caos porque duas horas depois a cidade estava voltando à sua rotina." O prefeito creditou o alagamento das marginais ao excesso de chuva e ainda disse que o plano de emergência para situações de enchente funcionou a contento. Questionado sobre a redução dos investimentos contra enchentes na cidade, Kassab negou que tenha havido queda de recursos. "O que a imprensa mostrou é a comparação dos investimentos com o orçamento. Há projetos com maturação mais longa." Ambos, prefeito e governador, argumentaram que as obras estão resolvendo os problemas. "Alguns locais responderam bem ao volume de chuva por causa dos investimentos", disse Kassab, referindo-se aos córregos Aricanduva e Pirajuçara. Já Serra afirmou que nunca antes foram feitos tantos investimentos no Estado nessa área. "Nunca se investiu tanto contra enchentes em São Paulo", afirmou. RESPOSTA À noite, a assessoria de imprensa da Prefeitura de São Paulo divulgou nota afirmando que não houve contradição entre declarações de Kassab e Serra a respeito do funcionamento do sistema de bombeamento das Marginais. De acordo com a nota, o prefeito referiu-se hoje, especificamente, ao sistema da Ponte das Bandeiras, localizada na Marginal Tietê, ao afirmar que não houve falhas de bombeamento. O governador, por sua vez, falava de problemas do sistema da Usina Elevatória de Traição, na Marginal Pinheiros. "São assuntos distintos", afirma o comunicado.
O BOLETIM ECONEWS 2ª EDIÇÃO FICA POR AQUI, MAIS INFORMAÇÕES SOMENTE SEGUNDA-FEIRA(14/12/2009), POIS OS UPDATES SÓ VOLTARÃO APÓS ESTE FINAL DE SEMANA, MUITO OBRIGADO A TODOS E ATÉ SEGUNDA-FEIRA, COM O BOLETIM ECONEWS EM NOVOS HORÁRIOS. OBRIGADO A TODOS E BOA NOITE!
(C) 2009 TV Ecologia - VSOL 2009

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