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quarta-feira, 2 de dezembro de 2009

Prazos para o fim da queima foram antecipados: nas áreas mecanizáveis, até 2014; as não-mecanizáveis, 2017 Nesta última semana, foram apresentados na capital paulista os resultados do Protocolo Agroambiental da Cana-de-Açúcar para a redução dos prazos para o fim das queimadas na colheita no Estado de São Paulo. O acordo foi firmado entre Secretaria de Agricultura e Abastecimento, do Meio Ambiente e a União da Indústria da Cana-de-Açúcar (Unica). Pelo protocolo, os prazos para o fim da queima foram antecipados: nas áreas mecanizáveis, até 2014; as não-mecanizáveis, 2017; e nas áreas novas é permitida somente colheita mecanizada. Hoje, são 160 usinas signatárias do protocolo, representando 85% da moagem no Estado. Em junho de 2007, quando o acordo foi assinado, a área total colhida de cana era de 3,2 milhões de hectares, sendo 1,10 milhões de cana crua. Nesta safra, são 4,3 milhões de cana colhidos e 2,28 milhões de cana crua. "Portanto, um salto de 34% de área mecanizada para 54% em dois anos", afirma o presidente da Única, Marcos Jank. Foi também feito um balanço dos impactos ambientais com a contribuição do protocolo para a redução das emissões de gases de efeito estufa (GEE) em três frentes: emissões evitadas pela antecipação voluntária do fim da queima, emissões a partir da palha, estoque de carbono devido à recuperação voluntária e regeneração natural das matas ciliares. Segundo o estudo da Unica, somadas, as três contribuirão na redução de 62,5 milhões de toneladas de CO2 emitidas ou mitigadas. O secretário da Agricultura João Sampaio ressaltou o amadurecimento do setor ao aderir a esse protocolo. "Um conjunto de máquinas colhedoras requer um investimento altíssimo. Estudamos a possibilidade de financiamento de máquinas menores, já existem modelos desse porte, com juros baixos para produtores pequenos." Outra área da produção agrícola beneficiada pelo protocolo foi a da conservação do solo. "A colheita mecanizada permite mais material orgânico, palha no chão. Um hectare de cana colhida crua deixa 12,6 toneladas de palha por hectare, o que com a queima não existiria. Essa prática contribui para a conservação do solo e a redução das emissões de GEE", completou o secretário. No anúncio, Sampaio ainda destacou a capacitação de trabalhadores do setor. As escolas técnicas do Governo do Estado contabilizam 80 cursos e 25% deles são voltados para a área agropecuária e, nas Fatecs (Faculdades de Tecnologia), são 36 cursos, dos quais cinco para o setor rural e dois deles somente para o setor sucroenergético. O secretário de Meio Ambiente, Francisco Graziano, destacou que o protocolo se insere na Política Estadual de Mudanças Climáticas, aprovada recentemente. "São todas iniciativas que devemos contabilizar na apresentação das oportunidades geradas pelo setor produtivo nesse quadro de discussões das mudanças climáticas", afirmou.

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