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terça-feira, 15 de dezembro de 2009

Uma hipótese ousada sugere que as práticas agrícolas dos nossos ancestrais dispararam o aquecimento global milhares de anos antes de nós começarmos a queimar carvão e usar automóveis
O consenso científico de que as atividades humanas começaram a ter efeito no aumento da temperatura da Terra durante o último século virou também parte da percepção pública. Com o surgimento de fábricas e usinas termelétricas movidas a carvão mineral, as sociedades industriais passaram a liberar no ar dióxido de carbono (CO2) e outros gases-estufa. Mais tarde, veículos a motor deram sua contribuição para essas emissões. Nesse cenário, as pessoas que viveram na era industrial são responsáveis não só pelo acúmulo de gases na atmosfera, mas também por pelo menos uma parte da tendência ao aquecimento que o acompanha. Agora, no entanto, parece que nossos ancestrais agricultores podem ter começado a lançar esses gases milênios atrás, alterando o clima do planeta muito antes do que se imaginava até então.Novas evidências sugerem que as concentrações de CO2 começaram a subir há cerca de 8.000 anos, mesmo que tendências naturais indicassem que elas devessem estar caindo. Cerca de 3.000 anos mais tarde a mesma coisa aconteceu com o metano, outro gás com a propriedade de aprisionar na atmosfera o calor irradiado pela Terra. As conseqüências desses aumentos surpreendentes têm sido profundas. Sem eles, as temperaturas atuais de partes da América do Norte e Europa seriam de três a quatro graus Celsius mais baixas — o bastante para tornar a agricultura difícil. Além disso, uma era glacial incipiente —marcada pela aparição de pequenas calotas de gelo— provavelmente teria começado milhares de anos atrás em partes do nordeste do Canadá. Em vez disso, o clima terrestre tem se mantido relativamente quente e estável ao longo dos últimos milênios.Até poucos anos atrás, essas reversões anômalas nas tendências de concentração dos gases de efeito estufa tinham escapado à atenção. Mas, após ter estudado o problema por algum tempo, me dei conta de que, cerca de 8.000 anos atrás, as tendências desses gases pararam de acompanhar o padrão que seria previsível por seu comportamento de longo prazo no passado, marcado por ciclos regulares. Concluí que atividades humanas ligadas à agricultura —primariamente o desmatamento e a irrigação de lavouras— devem ter jogado CO2 e metano extras à atmosfera. Essas atividades explicam tanto a reversão na tendência de concentração quanto o aumento constante até o início da era industrial. A partir de então, inovações tecnológicas modernas provocaram aumentos ainda mais acelerados nos níveis de gases-estufa.Minha proposição de que atividades humanas vêm alterando o clima do planeta há milênios é confessadamente provocativa. Outros cientistas reagiram a essa proposta com uma mistura de entusiasmo e ceticismo, o que é típico quando novas idéias são lançadas. Agora, a hipótese começa a ser testada.
MATÉRIA COMPLETA EM: UOL - SCIENTIFIC AMERICAN BRASIL

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