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quarta-feira, 1 de dezembro de 2010

MICHAEL MARSHALL
DA "NEW SCIENTIST"


Ao ingerir metilmercúrio, ibis adotou comportamento homossexual,
o que diminui a reprodução da ave. Foto: Geraldo Garcia/Reuters.
Baixos níves de mercúrio na dieta de machos da ibis branca fazem com que os pássaros se acasalem entre eles --e não com fêmeas. O resultado disso é que os bichos não conseguem se reproduzir.

Esta é a primeira vez que uma substância poluente altera a preferência sexual de um animal.
 
Muitos produtos químicos podem acentuar comportamentos femininos entre os machos ou reduzir a fertilidade deles, mas ainda assim eles continuam preferindo as fêmeas. Mas este não é o caso do mercúrio.

O mercúrio é extremamente tóxico --especialmente na forma de metilmercúrio-- por coibir a reprodução de aves selvagens. Isso ocorre pela interrupção de seu instintos naturais de gerar filhotes.

Os pesquisadores Pedro Frederico, da Universidade da Flórida (EUA), e Jayasena Nilmini, da Universidade de Peradeniya (Sri Lanka), capturaram 160 jovens íbis branco do sul da Flórida, que foram alimentados com metilmercúrio e monitorados de perto, para descobrir se o mercúrio também afetou o acasalamento.

Ao que tudo indica, não. Em três grupos de pássaros que receberam a dosagem, houve mais machos homossexuais. Os casais de machos fizeram a corte entre eles, construíram ninhos e viveram juntos por várias semanas. Doses mais altas de metilmercúrio aumentaram esse efeito.

Os efeitos do metilmercúrio seriam graves para a perpetuação dos animais alerta o pesquisador. "No pior cenário, a produção de jovens cairia 50%", diz.

Outras aves provavelmente poderiam também ser afetadas pelo mercúrio, embora não está claro de quais espécies. Não há ainda qualquer evidência que o mercúrio tenha o mesmo efeito em seres humanos. 

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